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Policia

16/10/2017 10:41

CONVESCOTEMPE investiga fraudes em convênios entre Unemat e fundação em MT

O Ministério Público Estadual, por meio da 11ª Promotoria de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, instaurou no último dia 11 de outubro um inquérito civil para investigar os convênios celebrados entre a Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público (Faesp) e a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). A ação é consequência da “Operação Convescote”, deflagrada em junho deste ano pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado).
De acordo com a portaria assinada pelo promotor de justiça Mauro Zaque de Jesus, a investigação tem como base o relatório da auditoria feita nos convênios celebrados entre os dois órgãos.
Na portaria, o promotor também cita que, no caderno informativo, não há elementos que comprovem improbidade relacionado a Unemat. Por conta disso, a investigação se concentrará sobre a Faespe, principal alvo do Gaeco.
“O presente caderno informativo ainda não traz elementos mínimos capazes de amparar eventual imputação de comportamento ímprobo em face da UNEMAT – Universidade do Estado de Mato Grosso”.
A operação Convescote, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) no dia 20 de junho deste ano, desarticulou um esquema que desviou mais de R$ 3 milhões por intermédio da Fapesp. Os recursos eram da Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) e prefeitura de Rondonópolis.
Segundo o Gaeco, o ex-servidor do TCE Marcos José da Silva controlava as contratações de empresas “fantasmas” que eram contratadas pela Fundação. As empresas emitiam notas por serviços que não eram prestados e mais de metade do valor pago era devolvido aos líderes do esquema.
Além de Marcos José da Silva, a sua esposa, Jocilene Rodrigues Assunção, e outras nove pessoas foram detidas envolvidas no caso. No decorrer das investigações, o Gaeco deflagrou a 2ª fase da Operação, quando foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra servidores da Assembleia Legislativa e da Faespe.
Em julho deste ano, 22 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.


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